segunda-feira, 30 de novembro de 2009

sábado, 28 de novembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Lindo!

Ouço, neste momento, um pássaro a cantar melodiosamente, através de uma janela que não abre e que supostamente é à prova de som!

Maravilhoso!

30 dias para o Natal, 30 agradecimentos (3)

Agradeço a saúde que tenho tido, até ver. Sem ela nada seria possível, podemos ter tudo, mas sem saúde não nos serve de nada.

A minha carta ao Pai Natal

Olá Pai Natal.

Sabes, este ano, portei-me assim-assim. Procurei dar o meu melhor, apesar de saber que por vezes isso não foi possível. Fiz o melhor que pude. E isso é bom, não é?

Olha, se então achares que tenho direito a alguma prenda, vou dar-te algumas sugestões, pode ser? É que assim não tens que perder tempo a pensar...

Então cá vai:


ou


ou


ou


ou

Bom, e aquela que não é uma sugestão mas sim uma exigência: Saúde, para poder disfrutar todas as coisas boas que a vida me proporciona.
Obrigada e beijinhos para ti, para a Mãe Natal e para os duendezitos.
Carla

Comprei um brinquedo (a minha prenda de Natal antecipada)

vermelha e tudo... como sei que ninguém que me é próximo, no seu perfeito juízo, me daria uma coisa destas, dei um passo à frente... sim sou uma miúda grande.

Agora, nos transportes públicos, vou intervalando a leitura com isto.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

30 dias para o Natal, 30 agradecimentos (2)

Agradeço o meu emprego. Apesar de me queixar muito, não me posso queixar. Só o facto de, nos dias que correm, ter um trabalho permanente, com todas as vantagens que ele me proporciona, é de agradecer.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

30 dias para o Natal, 30 agradecimentos (1)

Agradeço a minha família. Birras, turras, zangas, mas muito amor, muita amizade entre todos nós.

Já me puseram a rir

com isto

O comando é meu!

As mulheres são terríveis... Conversa ouvida junto à máquina do café, entre dois colegas do sexo masculino:
"- Viste...
- Não, cala-te lá. Por causa dela. Já não aguento o America's Next Top Model! Uma vez de vez em quando ainda vá, mas todos os dias... fui para a cama eram umas 11 horas. Já não aguentava!"

hihihihi...

Natal é isto

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mães: Alguém viu o programa da Oprah ontem à noite

na SIC Mulher?

Fui só eu que me identifiquei com todas aquelas mães que falavam da parte má da maternidade?

É que eu pensava que era a única a pensar assim e a agir assim... afinal somos muitas! E isso chega a ser "reconfortante". Faz-me sentir um bocadinho menos mal...

Este post está para sair há muito tempo

e, portanto, sai agora.

Sempre fui uma pessoa que teve que "lutar" para ter as coisas que queria. Em miúda, para ter alguma coisa que queria, ou pagava da minha pequena semanada (lembro-me da minha colecção d'Os Cinco e d'Os Sete) ou trabalhava (estudava para ter bons resultados escolares) para isso. A minha primeira bicicleta foi-me dada quando passei para o 7º ano, a minha primeira aparelhagem foi-me dada quando passei para o 10.º ano.

Depois dos meu pai morrer, passamos por tempos bastante difíceis e passei a estudar à noite para poder trabalhar de dia, não para ter as minhas coisas, mas para poder ajudar às despesas em casa.

Antes de casar, compramos a nossa casa com o nosso dinheiro e um empréstimo que fizemos ao banco. A casa foi mobilada aos poucos (só depois de bastante tempo depois de casar é que ela ficou completamente mobilada), com o dinheiro dos nossos ordenados.

Quando casei, o casamento e a lua-de-mel foi paga por nós, sem ajudas externas (acabou por ser um casamento relativamente íntimo, com apenas 50 pessoas, fantástico, cheio de pequenos bons pormenores).

Quando me divorciei, todas as despesas que tive e todas as dívidas com que fiquei, foram pagas por mim.

Ao longo da minha vida como mãe, tenho tentado ensinar os meus filhos que nada nos é dado só porque queremos, que temos que fazer por merecer aquilo que nos é dado ou que temos que trabalhar para o conseguir.

E é por isso que faz muita confusão ouvir pessoas adultas (não falo das crianças, poque isso é matéria para outro post inteirinho) dizer que tudo o que têm lhes foi dado, sem qualquer esforço, e que se sentem muito bem com isso.

Tudo bem, são felizes assim. Mas e se, um dia, ficam sem ajuda? Não estando habituados a "lutar" por nada, como reagirão se o tiverem que o fazer?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Há 3 anos

estava neste preciso momento a ser observada pela obstetra do hospital para me ser induzido o parto, uma vez que a minha filhota não tinha líquido nenhum para nadar e por isso precisava de vir cá para fora conhecer os pais e os manos.

Passaram 3 anos. Sempre disse que gostaria de ter apenas filhos rapazes. Pois esta moça veio provar-me que estava completamente errada. É óptimo ter uma menina. São tão diferentes...

E como eu adoro a minha boneca! Apesar das muuuuuuitas birras que faz, é doce, fofinha, carinhosa, espertalhaça e com uma vontade própria que bate todos aos pontos. Que a vida nunca lhe mude a maneira de ser, pois tenho a certeza que chegará longe.

PARABÉNS FILHA!!!!!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Recebi um mimo

Numa tarde chuvosa, sabe muito bem.

Foi a Raio-de-Luar que mo mandou. Obrigada e fica aqui retribuído o mimo.

Parece, então, que tenho que referir 8 características pessoais. Cá vão elas:

1 - Sou tímida. Tenho 41 anos e ainda tenho muita dificuldade no relacionamento com as outras pessoas. Talvez por isso me sinta tão bem por trás deste blog.
2 - Sou simpática. Pelo menos, tenho-me como tal. Um obrigada, um bom-dia, um sorriso, não custam nada e deixam sempre os outros satisfeitos.
3 - Sou uma boa ouvinte. Os meus amigos sabem que me podem procurar quando precisam de falar. Sei guardar os seus segredos, sabem que podem confiar em mim.
4 - Não sei dizer que não. É uma característica e um defeito. Às vezes complico a minha vida por isso mesmo.
5 - Tenho menos paciência do que a que devia ter. Mas ando a aprender a contornar este problema.
6 - Sou algo desorganizada. Mas funciono muito bem dentro da minha desorganização.
7 - Vivo o presente. Não gosto de fazer planos a longo prazo. Desde que o meu pai morreu que aprendi a valoriozar o que tenho e não o que acho que irei ter.
8 - Adoro o silêncio. Não sei se é por ter três filhos tão barulhentos que sou assim (penso que não, pois já em miúda era assim). Sou capaz de estar um dia inteiro (I wish!) em completo silêncio, sem que isso me perturbe.

Pronto. Acho que é mais ou menos isto. Não passo a ninguém em especial, mas sintam-se desafiados...

Ontem era para ter escrito este post

mas como já disse aqui, o tempo não foi favorável. Mas tive-o sempre presente na memória e agora que tenho um bocadinho, vou escrevê-lo.

Ontem foi o dia do meu pai. Ontem foi o "Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada". O meu pai é um dessas vítimas. Foi morto na estrada por um inconsciente de 82 anos que achou que ainda tinha capacidades suficientes para andar a conduzir. Infelismente, o meu pai (e mais 2 pessoas) veio dar-lhe a prova de que isso não era verdade. Ao fazer uma ultrapassagem a dois ciclistas, não teve reflexos suficientemente rápidos para voltar à sua via, desviou o carro e veio embater no nosso com toda a violência, matando 3 pessoas e deixando outras tantas com sequelas, algumas delas permanentes. O velho (desculpem, mas não consigo chamar-lhe outra coisa), morreu tranquilamente, de velhice, muitos anos mais tarde. Dizem que temos que saber perdoar para poder seguir em frente. Pois eu não consigo. Nunca lhe vou perdoar o ter-me privado da companhia do homem mais importante da minha vida, do meu herói, por tudo o que tinha conseguido, por tudo o que tinha lutado.

Ontem foi o dia em memória dele. E de tantos outros como ele. Que, sem culpa nenhuma, são privados de uma vida inteira junto dos seus. Que, sem culpa nenhuma, não puderam conhecer os netos que certamente tanto amariam.

Onde quer que estejas, sei que velas por mim. Tenho saudades tuas, pai.

Olhando para o outro lado da coisa

estar fechada em casa é bom, quando chove torrencialmente lá fora e nós estamos enroscadas no sofá com uma manta quentinha, aproveitando a pequena pausa em que a pequena dorme a sesta.

Bom, muito bom.

E apesar de ali ao lado dizer que estou a ler um livro

a verdade é que ainda não tive tempo de o começar a ler.

Quero muito. Mas o colo que me pedem a toda a hora é muito mais importante.

Não tenho saudades do trabalho

pois não tenho, mas neste momento, estou um bocadinho farta de estar em casa. Porque uma coisa é estar em casa porque queremos, a fazer as coisas que gostamos, sair quando queremos, outra bem diferente é estar em casa encerrada, sem poder sair, porque o pessoal que cá mora esteve todo doente (marido incluido), atacado de Gripe (ainda por saber se foi A ou não, mas a pediatra no Sábado disse que teve miúdos com os mesmo sintomas e que a análise que fizeram deu positivo).

Todo menos eu. Que tratei de todos. Chá para aqui, Ben-U-Ron para ali, colo para acolá, noites em claro para dar e vender, e por aí a diante.

Agora que o espectro da Gripe passou, aparece uma otite na mais nova. São pelo menos mais 3 dias até poder ir à escola... mais três dias em casa.

Enfim. Não há-de ser nada. Há coisas bem piores.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Acho piada

à guerra que vai para aí na blogosfera. Piada não será bem o termo, mas pronto, foi o que me veio à cabeça.

Sempre encarei os meus blogs como uma espécie de diário, onde escrevo o que me vem à cabeça, para mais tarde recordar, para ver como vou mudando ou não ao longo do tempo. E como sou uma pessoa muito reservada, não gostando de me expor, sinto que esta é uma maneira de me mostrar sem me revelar totalmente, coisa que não seria possível se o fizesse pessoalmente. É, principalmente, para mim. Para os outros também, uma vez que é público. Mas é essencialmente para mim.

Ora, aparentemente, há quem não o faça por esses motivos (com todo seu direito, para mim isso nunca está em causa). Há quem tenha um blog para ser reconhecido, para ser apaparicado, para ser lido e apenas para isso. Tudo bem, cada um é como cada qual. Só que há quem ache que não, que essas pessoas devem ser criticadas por o fazerem. E depois surge a "guerra", o diz que disse, os "piropos" menos agradáveis de parte a parte, as ameaças.

Enfim. Respeito. Pede-se respeito por cada um. Um blog, como eu o acho, é pessoal. Escrevemos as nossas opiniões, o nossos sentimentos, a nossa vida. E os outros, aceitam ou não. Não têm é o direito de dizer o que devemos ou não escrever, não têm o direito de nos ofender por não concordarem connosco.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Gripe A + Saúde24 + Hospitais Públicos (Urgência Pediátrica)

Andando o meu filho n.º 2 com uma tosse com expectoração desde 6.ª feira, tendo uma dor de cabeça intensa durante o dia de ontem e tendo recebido um telefonema da escolinha dele para o ir buscar porque estava com 38,5ºC de febre e depois de continuar com febres entre os 38,9º e 39,4º C, achei que devia ligar para o Saúde 24 (tal e qual como eles dizem, para não entupir as urgências do hospital desnecessariamente) e saber como agir. Depois de 20 minutos em espera lá me atnderam, respondi a todas as perguntas com a maior exactidão possível e depois de mais duas esperas, mandaram-me para a urgência pediátrica mais perto, pois achavam que ele apresentava sintomas de gripe A. Dar-lhe Ben-U-Ron de imediato, uma vez que àquela altura estava com 39,4º de febre. Pediram-me para lhe pôr uma máscara, para não se aproximar a menos de um metro das pessoas, para lavar as mãos constantemente, enfim, os cuidados que lemos em todo os lado. Ah, e dizem-me para dizer que já vamos referenciados pela Saúde 24 (achei que isto daria mais celeridade ao processo. Pois.)

Chegados às urgências, disse o que se passava, dei a indicação da linha telefónica e mandam-nos para a sala de espera. Ok. Um miúdo que vem com suspeitas de gripe é colocado numa sala enorme, onde estão todos os outros meninos, também com gripe ou não (alguns era uma questão de pernas ou braços partidos...), sujeitos a serem contagiados. Começa bem. Passados 5 minutos, triagem. As mesmas perguntas da linha telefónica, medição de febre (naquele momento e porque tinha tomado o remédio, obviamente a febre estava apenas em 37,4º), peso. Indicação de voltar para a sala de espera e aguardar que o médico chamasse. Se a febre aumentasse, voltar à triagem. Certo.

Passadas 3 HORAS E MEIA, ou seja às 23.30h (tive o bom senso de lhe dar um caldinho de sopa antes de sairmos e de levar umas bolachas para o caso de surgir fome, parece que adivinhava), a febre começa a subir outra vez. Porque não nos chamavam, voltei à triagem e lá estavam 38,7º outra vez. Mais Ben-U-Ron, mais sala de espera.

Passados 10 minutos lá nos chamam. Continuo convencida que se não tivesse ido à triagem por causa de febre, ainda tinha demorado mais tempo a sermos chamados.

Agora, a parte melhor: Sala de consulta, uma sala onde são atendidos 2 miúdos ao mesmo tempo, por duas médicas constipadas, que tossiam de qualquer maneira ( a que atendeu o meu filho tinha máscara mas a outra não e chegou a tossir sem pôr braço, mão, lenço, qualquer coisa à frente da boca. Juro.). Mais perguntas e à resposta "a Saúde 24 mandou-me vir cá" a seguinte afirmação: "eles não conhecem outro caminho senão mandar para o hospital". Tentei disfarçar a minha cara de estupefacção, mas ainda respondi "acredite que não vim para cá sem que me tivessem mandado. Fiz apenas o que vocês pedem, que foi ligar para a linha telefónica.". Seguem-se aqueles exames que todos os pediatras fazem, auscultação, palpação da barriga, ver ouvidos, ver garganta. Diagnóstico (nem sei como classificar isto): "Não sei se tem gripe ou não, não é um menino de grupo de risco não se faz mais nada, vai para casa, controla a febre com Ben-U-Ron e umas gotas para o nariz, dá-lhe muitos líquidos.". O meu filho, porque eu ainda estava em estado de choque depois daquela resposta, perguntou "vou ficar muitos dias em casa?" e ela respondeu "até acabar a febre e mais um dia". Boa noite, obrigada.

Pergunta: Se era para ter uma resposta destas, se era para me dizerem se não sabiam se tinha gripe ou não (???), para que me mandaram para lá? Eu até sei tratar de um filho com gripe, nada do que ela me disse é novidade, controlar febre, muitos líquidos, controlar a prostração. Era coisa que me podiam ter mandado fazer pelo telefone, não? Se não é para fazer teste nenhum... Volto a salientar que estive lá mais de 3 horas e meia para me dizerem isto...

Conclusão: A criança vai tendo febre alta nos intervalos da medicação, continuo sem saber se é uma gripe sazonal ou Gripe A e se nós corremos o risco de ser contagiados com essa mesma Gripe A, no caso de o ser (mais por causa dos outros - o meu marido foi trabalhar e os outros filho foram para a escola...). Olha, a ver vamos ...

E ainda se admiram de os números dos doentes com a Gripe A aumentarem muito de um momento para o outro. Pudera, com diagnósticos feitos assim...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Qualquer queixa que eu faça sobre os meus filhos

é um completo disparate, comparado com o que esta mãe e este filho sofrem.

Tenho que apreciar mais o tempo que passo com os meus filhos. Aproveitar esse tempo o melhor que possa, pois a vida, quando menos esperamos, dá-nos grandes lições.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pais, atenção!

Os meus filhos já estão devidamente instruídos desde sempre (e cumprem-no) para não o fazer sem ser na aula de ginástica, porque sempre achamos que era perigoso. Mas para quem acha que não ou que até nem se lembra ou pensa no assunto, deixo aqui um conselho: Tomem muita atenção aos vossos filhos quando estes decidem que querem dar pulos no sofá, dar cambalhotas ou fazer pinos. É uma brincadeira que pode acarretar muitos custos físicos para as crianças se as coisas por acaso correrem mal.

Surgiu-me este post agora por causa de um caso que se está a passar com a filha de uma colega. Esa menina, uma querida de 4 anitos que nunca pára, apesar de a mãe a ter avisado para não o fazer, resolveu dar cambalhotas no sofá. Ao fazê-lo, deu um jeito no pescoço, desviou as cervicais que ficaram a comprimir a medúla e neste momento, depois de dois dias internada em repouso absoluto (o que é possível numa criança de 4 anos), está em casa com a mesma indicação, terá de enfrentar meses de recuperação, não podendo ir à escola, pois qualquer encosto, qualquer movimento mais brusco podem originar um desfecho muito "feio".

Estamos todos a rezar para que tudo corra bem.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Entramos em "modo" de Festas

Que isto é como os hipermercados. O período das Festas começa logo em Novembro que é para animar...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Ai a Heidi...

No Sábado fui a um casamento

Tenho uma família que se pode dizer que é mais que enorme. E só estou a pensar na parte paterna, porque da parte materna também são bastantes mas o contacto com eles é nulo.

O meu pai tinha 6 irmãos. Neste momento, conseguimos juntar familiares da 1ª, 2.ª. 3ª e 4.ª geração. E foi isso que me levou a fazer 400km num só dia. Para ir a um casamento de um primo, com quem já não estava pessoalmente há +- 10 anos, onde se juntou toda esta família de velhos, novos, homens, mulheres, crianças que me deu um prazer enorme rever ou até mesmo conhecer.

Vim feliz. Porque, apesar de quase só os ver em casamentos e funerais, é bom revê-los e saber que me mantenho nos seus corações, apesar da distância que nos separa uns dos outros.

Are you the favorite person of anybody?

Li este post e fiquei sem resposta. É desconcertante. Porque nem dos meus filhos eu posso garantir que sou a sua pessoa favorita (há sempre a hipótese de ser o pai, a avó, a tia).

E fiquei com uma sensação muito estranha no meu peito.

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